Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Quando ando de bicicleta...

... sinto-me assim:


Pronto pronto... não me sinto assim, é só uma tentativa de aumentar as "audiências". Mas sinto-me bem e é isso que preciso ultimamente.

Hoje houve lama... e mais não digo.



terça-feira, 10 de maio de 2016

Repetição

Devo estar a repetir-me, mas a verdade é que gosto deste trio.




segunda-feira, 9 de maio de 2016

Preguiça

Sinto-me atacado por hordas de preguiça, especialmente durante a tarde. Assim que chego a casa "olho" para as tarefas que julgam ter a minha atenção, mas na verdade, sento-me em frente ao computador e dou largas à minha destreza manual. O rato, este belo exemplar cujas teclas gastas às vezes já não respondem ao comando, é sem sombra de dúvida o hardware mais utilizado. Segue-se o teclado, comprado numa loja oriental e que por vezes se lembra disso e deixa de escrever em bom português.

Resolvi hoje contrariar um pouco esta sensação de moleza que normalmente me percorre o corpo, como se de uma corrente eléctrica se tratasse. Coloquei as mãos na massa e o resultado foram umas bolachas deliciosas, com farinha integral, sem adição de qualquer açúcar, uma maravilha para a dieta que não existe.

Vinte horas, altura de pensar em jantar. Olho para o fogão e resolvo fazer uma maluquice qualquer: corto duas cebolas em rodelas, vários dentes de alho e dentro de um pirex, após regar com um fio de azeite, disponho de três pequenas postas de bacalhau. Cubro com papel de alumínio e coloco no forno, previamente aquecido. Logo após aqueço uma tigela de sopa, para acalmar o estômago que já dá sinal.

Escusado será referir o cheirinho que percorre a casa, aquela cebola com o alho, temperados com sumo de limão... oh que delícia. Que belo pitéu terei daqui a alguns minutos: bacalhau assado no forno com pão. Tudo bom para a engorda.





sexta-feira, 6 de maio de 2016

Amanhã não publicarei...

... pelo que é melhor fazê-lo agora.

Acordo às duas, três, quatro da madrugada. Como se me obrigasse a acordar, farto de sonhar com coisas parvas. Talvez resultado deste calor a que já não estava habituado, afinal estamos em maio e o inverno ainda não acabou.

Levanto-me e vou para a internet, onde saltito entre as contas do facebook, dos sites de "encontros sociais", de um ou outro blogue de contos eróticos ou outros que não me atrevo a referir, na esperança de não chocar mais do que já escrevi neste parágrafo.

Às vezes acendo a televisão, nos canais de cinema, que repetem os velhos filmes quase todas as semanas, como se a sétima arte fosse apenas aquilo que nos impõem aqueles quatro canais. Prefiro visitar o youtube e ouvir música, brasileira, fado, pop, anos 80.

Farto-me de estar ao computador, vejo as horas e decido que é melhor voltar para a cama. Afinal, daqui a algumas horas lá tenho que voltar à cadeira azul, aquela em que me obrigam a ficar quase todo o dia. Até já me dói o rabo só de relembrar esse facto.

A cama está fria de novo, não faz mal, ainda tenho calor e já tirei um dos cobertores que me velam durante o inverno. Apago a luz e fico a olhar para o vermelho do mostrador do relógio, donde em pouco tempo, música dos anos 70-90 tocará, sinal que está na hora de acordar. Adormeço.


Ordem do dia?

Reconheço a importância que a administração local tem junto das populações. Não me refiro às Câmaras Municipais, nesta reflexão, mas sim às Juntas de Freguesia. Nos concelhos rurais (entenda-se rural aquele que não é um grande centro urbano) as populações vêem das juntas de freguesia a oportunidade de contactar o poder que está já ali ao virar da esquina. São portanto aquelas autarquias a primeira linha, já que o executivo é sempre, ou quase, composto por pessoas conhecidas quase pela totalidade dos fregueses.

A última reforma administrativa veio, a meu ver, no início, causar fracturas nas populações locais, especialmente aquelas onde a ideia de território como sendo seu, estava de tal forma enraizada que perder o estatuto de freguesia, mesmo que fosse através de uma união, seria como perder a sua própria identidade. A verdade é que a reforma aconteceu, deu-se oportunidade às populações de reorganizarem o mapa nacional, através da Assembleia Municipal, órgão legislativo do concelho, eleito pela população. Se a maioria das Assembleias não aproveitaram a oportunidade foi uma clara demissão das suas obrigações legais, já que representam o povo perante os órgãos nacionais.

Assim, reduziram-se o número de freguesias e consequentemente, o números de líderes políticos tanto nas Uniões como nas Assembleias Municipais, já que os Presidentes de Junta são deputados municipais, por inerência de funções. É claro que falar de líder político nas freguesias de Portugal, na maioria, é de certa forma descabido, já que as pessoas vêem no seu Presidente da Junta muito mais que um político: vêem um amigo, uma pessoa em quem confiar (acho que perceberam a ideia). Não houve claramente uma grande poupança, já que na quase totalidade das freguesias os seus dirigentes só têm direito a senhas de presença nas reuniões dos órgãos, que, como se diz cá na terra, nem dá na maioria das vezes para pagar o combustível (o Presidente da Junta usa o seu próprio carro para cumprir as suas funções).

É claro que considero que se perdeu uma oportunidade de ir mais longe, reduzindo-se ainda mais o número de freguesias, mas isso é apenas uma humilde opinião. Não faz sentido haver ainda freguesias com tão poucos eleitores e/ou fregueses, embora em alguns casos, o território chegue a ser bem maior que alguns dos pequenos concelhos nacionais.

É com alguma surpresa que nos últimos dias veio à discussão o recuar nesta boa decisão do governo anterior, mesmo que tivesse sido imposta por uma troika que não conhecia realmente a realidade de um país quase falido, afinal as medidas impostas nem sempre nos levaram a "bom porto", tal como recentemente o próprio FMI veio a declarar. Mas isso são outras questões que não vou perder tempo a comentar... por enquanto.

Parece que o país vê nesta nova maioria governativa uma hipótese de ter aquilo que jamais voltará ou poderá ter. Recuar não é para nós uma solução, mesmo que algumas decisões do passado não tenham tido os resultados esperados (lá estou eu a divagar). Não vejo na ordem do dia a alteração da lei eleitoral no que se refere às Freguesias pois temos assuntos muito mais importantes a resolver. É deixar ficar o que já está a funcionar bem. Tenha-se em atenção que muitas Uniões alteraram já os seus símbolos heráldicos e até da suas denominações, retirando e muito bem a referência a "união" ou encontrando um nome aceite por todos.

Ter uma maioria parlamentar não significa que se tomem decisões levianamente e acima de tudo, a meu ver, cabe ao Parlamento dar às pessoas o que elas precisam e não o que querem. É a diferença entre educar uma criança dando-lhe tudo o que ela quer e educar outra dando-lhe o que realmente precisa para crescer. Os resultados acabam por ser bem diferentes.


António Zambujo - Quinta-feira da Ascenção (comemorada ontem)



PS: Estão a ver como não consigo cumprir as minhas promessas? Não vale a pena sequer tentar.



quinta-feira, 5 de maio de 2016

Dia especial

Como hoje é um dia especial aqui fica a segunda publicação.

Um fado de Carlos Ramos - Vielas de Alfama (Artur Ribeiro/Max)





Recomeço: um dia chuvoso

Está na hora de virar a página e introduzir algumas alterações neste espaço. Tenho andado demasiado afastado da blogosfera e é preciso voltar a marcar posição. Não esperem boa qualidade nos meus textos que é coisa que nunca houve por aqui, nesse aspecto não há necessidade de fazer mudanças. Não esperem que eu ande a comentar os assuntos do dia, nem sequer seguir aquela onda de desafios vários entre bloguistas. Ou seja, este blogue vai passar a ser o que sempre foi: um espaço para os menos precavidos lerem e se calhar não voltarem mais.


Começo esta primeira publicação com umas efemérides deste dia.

1769 - Decreto autorizando o estabelecimento, na Lousã, Portugal, de uma fábrica de papel de escrever.
1789 - Abertura dos Estados Gerais na França.
1811 - O exército aliado anglo-luso derrota o exército francês na Batalha de Fuentes de Oñoro
1862 - O Exército mexicano derrota o francês na Batalha de Puebla. Este dia é declarado feriado no dia 9.
1920 - Santa Joana d'Arc é canonizada pelo Papa Bento XV em Roma.
1949 - É criado o Conselho da Europa, a mais antiga organização política da Europa ainda em funcionamento.
1961 - O astronauta Alan Shepard torna-se o primeiro norte-americano a viajar no espaço, realizando um voo sub-orbital de 15 minutos na cápsula Freedom 7, integrada no Programa Mercury;
1968 - Estudantes franceses invadem a Universidade de Sorbonne. Cerca de 600 pessoas foram presas.
1978 - Nasce um certo Ribatejano, por acaso o autor deste blogue.
1983 - O Instituto Pasteur de Paris consegue identificar o vírus da SIDA.
1990 - João Paulo II dá inicio a uma nova visita ao México.
1999 - Mireya Moscoso é proclamada presidente do Panamá, após sua vitória eleitoral.
2000 - O presidente argentino, Fernando de la Rúa, enfrenta uma greve geral na Argentina.
2011 - Supremo Tribunal Federal do Brasil reconhece, por unanimidade, a possibilidade de união estável entre indivíduos do mesmo sexo.


E já agora a música mais tocada neste dia nos Estados Unidos da América era:



E já agora, Parabéns Adélia!!!



terça-feira, 3 de maio de 2016

Tás c'a mula...




Saudade




domingo, 1 de maio de 2016

MÃE

A professora pede aos alunos para escreverem um texto que termine com a frase ”Mãe há só uma”. Os meninos lá escreveram e então a professora pede para que leiam alto para toda a turma. O primeiro é o Luisinho:
- Ontem, cheguei a casa, a minha mãe abriu-me a porta, tirou-me o casaco e a mochila e, antes de fazer o jantar, ajudou-me nos TPCs. Por isso digo que Mãe há só uma.
- Muito bem. – felicitou a professora. – Agora tu menino Pedrinho.
Diz o menino Pedrinho:
- Neste fim-de-semana fui à praia com a minha familia e, quando estava na água, veio uma grande onda e quase que me afoguei. A minha sorte é que a minha mãe estava atenta e salvou-me e é por isso que digo que Mãe há só uma.
- Muito bem Pedrinho e é preciso muito cuidado na água! – Felicitou e advertiu a professora.
Por fim, chegou a vez do menino Joãozinho. Diz o Joãozinho:
- Ontem, cheguei a casa, a porta estava aberta, tirei a mochila e o casaco, entrei no quarto da minha mãe, onde estava ela e o meu padrasto. Depois, ela mandou-me ir buscar duas cervejas e, quando cheguei ao frigorífico, gritei: Mãe há só uma!



A minha ainda por cá anda e hoje vou aproveitar.

Quem tiver a sorte de ainda conviver com a mãe, aproveite este dia para estar com ela.