Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Fados




domingo, 29 de julho de 2012

Água

Esta semana bebi litros dela.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Longe

Habituei-me a ver-te ao longe. Talvez receando o nosso encontro, talvez achando que não combinamos. Minto a mim próprio. E ao longe contínuo a ver os outros irem ao teu encontro, envolvendo-se em ti e tu a corresponderes. Volto uma vez mais para trás, escondendo-me.

Sinto saudades tuas quando permaneço longe. Nesses dias, sinto uma vontade enorme de perder a vergonha e ir ao teu encontro. Sentir-te nos meus braços e o teu cheiro peculiar. E que me sintas de igual modo.

Uma vez mais não tive coragem e fiquei de fora, a ver os outros. Imagino quantos gostarão de ti e invejo-os profundamente. Principalmente aqueles que não te receiam, mesmo nos dias em que te encontras mal disposto.

Não sei viver sem ti e no entanto mal nos conhecemos. Mas virá o dia, que ultrapassarei todos os meus receios e vergonhas. E talvez possamos, finalmente, ser felizes.

Adoro-te mar.


domingo, 22 de julho de 2012

Coros

Adoro


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Triste

Triste é acordar todas as manhãs e não perceber que não sou feliz.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Questão

Porque é que se encontra mais rapidamente a solidão que um grande amor?


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Uma semana doente...

... e já conto com quase 5 quilos a menos.

Saiam outros 5 que não me fazem falta alguma.

sábado, 14 de julho de 2012

Livrei-me de ti

Livrei-me de ti finalmente. Se no início me trouxeste coisas boas, foste-te tornando um fardo na minha vida.

As pessoas perceberam que cresci quando comecei a andar contigo à vista de todos. Mais tarde todos acabam por dizer que não combinamos.

À noite gosto de sentir os teus carinhos, a tua fofura, mas ultimamente tornaste-te rígida, desconfortável.

Já não aguentava mais a tua companhia. O desconforto diário adensava-se. Comecei a acreditar nos comentários dos outros. Tinham razão.

Assim tomei a decisão à tanto tempo desejada. Cortei as amarras e dispensei a tua companhia.

Mas um dia voltarás e tudo começará de novo. Querida barba, a nossa relação amor-ódio acompanhar-nos-á por muitos anos. Assim Deus queira.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O pior de...

... estar doente é estar "preso" em casa e não poder sair.

Já estou farto. Já não aguento ver mais filmes (aproveitei para ver a trilogia do Senhor dos Anéis). Já não aguento ouvir música. A internet já me aborrece.

Já não tenho febre, nem dores na garganta e as do corpo já quase desapareceram. Agora esta neblina que sinto dentro da cabeça é que é o pior. Parece que estou constantemente numa bolha de ar, a pairar, longe do chão. Odeio esta sensação. Odeio sentir-me assim.

O pior de estar doente... é estar mesmo doente.

domingo, 8 de julho de 2012

Aviso

Não publiquem todos os meus comentários.

Considerem-se avisados.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Blogosfera

Numa das minhas buscas blogosféricas (acho que inventei uma palavra), dei com esta pérola:

Como se curar...

Não sei se devia rir, se devia chorar... o certo é que chorei a rir.

terça-feira, 3 de julho de 2012




falta
 s. f.

- Puseste a escova de dentes?
- Não... vou buscar.
- E o pente?
- Pois, aproveito a viagem à casa-de-banho.
- Os comprimidos para o enjôo, onde estão?
- Acho que no armário da cozinha... ainda...
- Vai lá buscar, que enjoas sempre na viagem. E o passaporte e restantes documentos?
- Xiii... já me esquecia.
- Ai cabeça. E as chaves da casa?
- Estão algures, acho eu.
- Quando é que pensas em fazer uma lista?!
- Na próxima viagem. Ajudas-me?

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- Escova de dentes? Está. Pente? Também. Comprimidos? Uma caixa completa. Passaporte? Com foto nova. Chaves? Estão na porta. Lista verificada, tudo no sítio. Se bem que acho que há algo em falta... pois, esqueci-me... faltas tu.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

ausência 

s. f.


Os meus lençóis têm saudades de ti. O teu cheiro, antes tão bem entranhado entre os fios do tecido, já quase não se sente, resultados das lavagens constantes.
A almofada, aquela onde pousavas a cabeça, já não apresenta o feitio da tua cara nela impressa.
A tua metade do colchão está vazia.Sinto falta de encontrar os teus lábios quando me virava na cama. Também os meus lábios sentem saudade dos teus. Daqueles maravilhosos momentos, húmidos, carnudos, sensuais.
Os meus cabelos já não sentem os teus dedos. Adormecia com eles a dedilharem o meu couro cabeludo. E quando acordava mais cedo, retribuía as carícias, até despertares do teu estado de ilusão.
Minhas pernas já não se entrelaçam nas tuas. Agora só encontro espaço vazio. Meus braços já não te prendem e já não te acariciam minhas mãos.
Tudo está diferente, só eu permaneço o mesmo. Aqui, só, sonhando com uma volta que não acontecerá.
Os meus lençóis têm saudades de ti... e eu aqui.

01-07-2012